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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Rua Doutor Olavo Tostes

Vídeo de Carlos A. T. Macedo

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Auxílio a Santa Catarina

Concórdia-SC - 22/07/2007 - R. Dr. Maruri x Anita Garibaldi - Rádio Aliança

Prezados irmãos,
Estou há vários dias correndo atrás de como ajudar as pessoas mais atingidas pelas chuvas, enchentes e deslizamentos, especialmente no Estado de Santa Catarina. Após várias pesquisas e informações de irmãos escoteiros das áreas atingidas, consegui coletar algumas informações e quero compartilhar com os demais companheiros.
Inicialmente, é melhor, por ora, evitar a arrecadação de mantimentos e coisas do gênero. Primeiro, porque corre-se o risco de arrecadar demais do que se precisa de menos, e vice-versa, criando assim umproblema ao invés de solução. Em segundo, porque, pela maior exposição na mídia, as ditas arrecadações acabam sendo enviadas somente para as cidades maiores, como Blumenau e Itajai que, embora estejam verdadeiramente necessitadas, não detêm a exclusividade na existência de flagelados. Pequenas cidades, como Ilhota e Luiz Alves, das quais ninguém fora de Santa Catarina jamais ouviu falar, estão em estado crítico, com localidades completamente isoladas, pessoas ilhadas, falta de alimentos, roupas, remédios, material de higiene e limpeza etc. Desse modo, após várias conversas e emails com o pessoal de SantaCatarina, concordo que a melhor forma de contribuir com os que não vivem nas regiões atingidas de Santa Catarina, é aportar recursos financeiros para o Fundo Estadual de Defesa Civil que assim poderá adquirir o que realmente é necessário e enviar para quem realmente esteja necessitando.

Esta é uma recomendação dos próprios dirigentes e escotistas da Região Escoteira de Santa Catarina. Até onde se pode observar, esse pessoal faz um trabalho sério e digno de reconhecimento. Ela veio de vários companheiros e amigos, ratificada pelos jornais locais e estaduais. As contribuições podem ser feitas da seguinte forma: podem depositar o valor no Banco do Brasil (BB), agência 3582-3, conta corrente80.000-7; ou na conta corrente 80.000-0, agência 068-0, do Banco doEstado de Santa Catarina (BESC). O depósito deve ser creditado ao Fundo Estadual de Defesa Civil - Doações. Pode-se doar qualquer quantia.

Tenho certeza que alguns reais não farão mal a ninguém, mas certamente poderão ajudar muita gente.

Ainda assim, se alguém pretender encaminhar alguma doação de mantimentos, cobertores, roupas, agasalhos, ou qualquer coisa, estou tentando um contato na Força Aérea Brasileira aqui em Brasília, para tentarmos deslocar algumas coisas para o Sul. Querendo, entrem em contato comigo! Assim, esse é o meu relato e pedido de apoio de todo o Brasil, pelos nossos irmãos de Santa Catarina. Escoteiros ou não, somos todos brasileiros. Vi uma grande movimentação quando dos efeitos dos Tsunamis na Ásia e Oceania. Agora certamente podemos fazer muito mais. E pelos nossos irmãos mais próximos, nossos conterrâneos, brasileiros como nós.

Parabéns aos grupos escoteiros de todo o Brasil, em especial ao pessoal de Santa Catarina e demais regiões atingidas por esta tragédia, que estão se ajudando com todo o empenho e espírito escoteiro. Este é o símbolo do que eu entendo por movimento escoteiro. Dedicação ao próximo.

Grande abraço, boa sorte a todos!
Texto de Raphael Tostes
Brasília / DF

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Adelaide Tostes morre 11 dias após o marido

Morreu na tarde de quarta-feira (27/8/2008) Adelaide Tostes (86 anos), mais conhecida como Stella Maris, cantora e viúva do lendário Dorival Caymmi, que faleceu no dia 16 do mesmo mês. Adelaide estava internada desde abril deste ano no hospital Pró-Cardíaco, na Zona Sul do Rio de Janeiro, com problemas cardíacos e há 20 dias entrou em coma. O corpo da viúva de Dorival Caymmi foi velado na manhã do dia 28 no cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo, também na Zona Sul. O enterro foi às 16 horas de quinta-feira.
"Não tenho nem o que dizer. Estamos todos muito tristes", disse a neta Stella, filha de Nana Caymmi. Dorival e Stella ficaram casados por 68 anos e deixam três filhos, Dori, Nana e Danilo, também músicos. Dorival Caymmi morreu aos 94 anos no Rio, em sua casa, em razão de complicações de um câncer renal descoberto em 1999.

links sobre o assunto:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM874200-7823-DORIVAL+CAYMMI+CANTA+COM+ESPOSA+EM+ESPECIAL+DA+TV+GLOBO,00.html

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL738894-5606,00-ONZE+DIAS+APOS+MARIDO+MORRE+VIUVA+DE+DORIVAL+CAYMMI.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM874261-7823-MORRE+A+VIUVA+DE+DORIVAL+CAYMMI,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM869835-7823-NETA+DE+DORIVAL+CAYMMI+LAMENTA+A+MORTE+DO+AVO,00.html

Angeline Tostes e Cláudio Tostes

sábado, 16 de agosto de 2008

Morre Dorival Caymmi


O consagradíssimo cantor e compositor baiano Dorival Caymmi morreu, aos 94 anos, na manhã do dia 16 de agosto (sábado), de insuficiência renal em decorrência de um câncer e falência múltipla dos órgãos, segundo o site Opinião e Notícia.
Ele deixa mais de cem composições de sucesso, entre elas "Eu não tenho onde morar", "Maracangalha", "O que é que a baiana tem?" e "Rosa Morena". Sua fama era de compor uma média de duas músicas por ano e fazer sucesso com todas elas.
Dorival Caymmi nasceu em Salvador, Bahia, em 30 de abril de 1914. Era um cantor e compositor brasileiro reverenciado no mundo inteiro. Filho de Durval Henrique Caymmi e Aurelina Soares Caymmi, era casado com Adelaide Tostes, a cantora Stella Maris. Todos seus três filhos são também músicos consagrados: Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.
De acordo com a família do cantor, o corpo será velado neste sábado na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. O sepultamento deve acontecer na tarde deste domingo (17), no Cemitério São João Batista, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Clique na imagem para conferir a publicação do site Opinião e Notícia. Clique aqui para ver a notícia no site das Organizações Globo. Clique aqui para ver a notícia do Site Oficial do Estado da Bahia.
Angeline Tostes e Cláudio Tostes

domingo, 1 de junho de 2008

Francisco Tostes


Francisco Tostes é um gaúcho de bem com a vida. Cirurgião Plástico e motociclista, esse jovem nascido em 21 de dezembro de 1953 é um peralta. Recentemente fez uma viagem de moto da cidade onde mora, Lajeado (115 km de Porto Alegre), até Cusco, no Peru, onde esteve visitando Machu Picchu. No caminho, passou por Argentina e Chile.
Com 30 anos de profissão na Medicina, há 20 se dedica à Cirurgia Plástica. Apesar de ter saído da capital gaúcha há 11 anos, ainda mantém consultório e faz parte do Serviço de Cirurgia Plástica da Santa Casa de Porto Alegre. Este Serviço, inclusive, deu origem à Residência em Cirurgia Plástica na Santa Casa. Francisco Tostes é o responsável médico pelo Grupo de Prevenção e Tratamento de Feridas.
Em Lajeado, ele tem uma clínica. “É uma cidade muito boa de se viver e com oportunidades”, garante. Sua equipe é composta por médicos, enfermeira, técnica de enfermagem, nutricionista e fisioterapeuta. E para quem pensa que Cirurgia Plástica é só para vaidosos, lembra que vítimas de acidentes também passam por esse tipo de correção estética. “Desde queimaduras, traumas das mais diversas causas e nos mais diversos locais do corpo, microcirurgia. Daí a expressão: conserto gente! Gosto muito do que faço”, revela.
Francisco Tostes é um aventureiro. Anualmente tem feito viagens pela Argentina e Chile. Agora incluiu o Peru nos roteiros. Já foi à Patagônia (Ushuaia), rodando 9 mil km em 19 dias. Em dezembro de 2007, foi para São Pedro de Atacama, distante 6,5 mil km. Na última, a Cusco, teve de deixar as motos em Salta (Argentina) e retornar de avião para Porto Alegre. Foram também 6,5 mil km.
Um bom aventureiro não pára nunca. “Minha moto é uma Triumph Tiger 995 I , ano 2006. Já tive uma modelo 2004, uma Honda Magna, uma Yamaha V-Max e aí vai. Mas para viajar, nada se compara as Big Trail. Para o próximo ano estamos nos programando. Ainda não há um roteiro, mas viajar pela Argentina e Chile é muito bonito. As estradas são ótimas e, para o norte, a possibilidade de chuva é muito pequena”, diz Francisco Tostes.
Se alguém acha que o casamento é impedimento de aventuras, ele logo rebate. “Sou casado, tenho duas filhas. Uma de 10 e outra com sete anos”. Nas aventuras, entretanto, só o irmão o acompanha. “O grupo é mais ou menos o mesmo sempre. O meu irmão Adalberto sempre viaja junto. Tem uma Yamaha TDM 900 atualmente”. A paixão pela família viaja mesmo é no coração. “Meu pai se chama Marcelo e, aqui no sul, os Tostes são os da família. Oriundos de Taquari. Meu bisavô, advogado, nascido em Cachoeira do Sul, veio para Taquari e lá nasceram seus filhos. Um deles, Adalberto”.
Por incrível que pareça, a paixão pelas motos e pelas aventuras não tem espaço na rotina de Francisco Tostes. “Uso a moto só para viagens! Não ando na cidade”, revela.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Kieffer x Tostes


Danielle Tostes esteve no Brasil por uma semana, em abril de 2008, com sua filha Marie e seu marido Emmanuel Kieffer. Na França, depois de casada, seu nome tornou-se Danielle Kieffer. Clicando na imagem acima, você poderá ver as fotos da estada da família Kieffer em terras sulamericanas.

Barbara Tostes


Barbara Tostes é uma jornalista nascida em Miracema (RJ), mas mora em Castro (PR). É uma de nossas familiares mais ativas no tocante à cultura e informação referentes as duas cidades. Igor Tostes, seu marido, também é miracemense, mas o casal já tem uma filha de 10 anos que é castrense. Barbara registra as coisas interessantes das cidades fluminense e paranaense, depois posta tudo no YouTube, divulgando a diversidade cultural que experimenta. Seu trabalho é muito bom e interessante. Clicando aqui, você terá acesso a um dos filmes que ela fez sobre a Folia de Reis na cidade do norte fluminense.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Tostes em Brasília


No fim-de-semana dos dias 26 e 27 de abril de 2008, estive em Brasília para fazer um concurso. Aproveitei a oportunidade para conhecer Raphael Tostes, velho companheiro nosso no grupo da Família Tostes no Yahoo!, fundador da Comunidade da Família Tostes no Orkut e ajudante na tarefa da reconstrução da árvore genealógica da família. Reconstrução essa levada com mais afinco por Marcia e Rogerio.

A foto que você vê no alto desse post foi tirada no Bar Beirute, em BSB, apontado por muitos brasilienses como o mais interessante da cidade. É o registro do encontro entre mim e Raphael, "primo" a quem tive muito prazer em conhecer. Clicando na foto, você ainda poderá conferir outras imagens que fiz da minha visita à Capital Federal. Clicando nestas palavras em azul, você poderá encontrar cada um dos sites que explicam o termo em hiperlink.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Antecedentes e raízes açorianas: séculos XVI-XVIII

Algumas notas à pesquisa





Desde seu surgimento, a linhagem que desencadeia os numerosos ramos da família Tostes no Brasil e em Portugal continental, particularmente no ramo “Dias Tostes”, principal dentre eles, tem uma origem obscura. Os Tostes mais remotamente documentados no arquipélago açoriano são detectados a partir do último quartel do século XVI. Contudo, seu rastro ainda não fornece uma pista exata sobre o grupo que se fixou, e se tornou cabeça duas ou três gerações depois, com a descendência de Sebastião Gatto Toste e sua esposa, Maria Fernandes da Costa.

Este casamento, realizado por volta da primeira década do XVII, se deu na Vila de São Sebastião, ilha de Terceira. De lá aparecem os Tostes cabeças de linhagem sem qualquer notícia anterior, fixando-se depois em outras freguesias da referida ilha, até que seu primeiro egresso, Antonio Dias Tostes, bisneto de Sebastião Gatto, parta para o ultramar rumo à então capitania das Minas Gerais entre 1730-40.

A costumeira controvérsia acerca desta primeira origem, anterior ao marco açoriano, resvala para pelo menos duas possibilidades, ou mesmo três, que julgo pertinentes ao retraçar histórico da ancestralidade mais fidedigna. A primeira delas, posso assinalar, parte de uma hipótese ainda insipiente que remonta aos catalães dos Pirineus, documentados desde o século X em Mirón de Tost, castelão de uma fortaleza do mesmo nome, que fora pai do grande visconde de Áger, Arnau Mir de Tost, que como vassalo e genro do Conde de Urgel, Ermengol VII, pelejou muito em lutar contra os mouros valencianos, conquistando a seu senhor a maior parte dos territórios da Lérida ocidental e que em troca o tornou feudatário de diversos castelos na fronteira. No entanto, este insigne personagem de seu tempo não teve uma descendência varonil, legando seus privilégios e sua dinastia viscondal a um de seus netos em linha feminina da casa de Pallars. Provalvemente, a persistência do nome de família Tost tenha vingado pelos colaterais do visconde de Áger, como por Dacó Miron de Tost, um de seus irmãos bastardos, ou por Borrel de Tost, cuja única notícia que tivemos indica ter ele recebido uma castelania do visconde Arnau. Porém, o problema com esta origem não vem com a continuidade que tenha sido dada ao nome familiar, pois tanto é assim, que vários são os Tost que em nosso tempo vivem em Catalunha, existindo até mesmo uma família oriunda de lá que se fixou na capital de São Paulo. A maior dificuldade que nos pesa neste ponto ainda é a de estabelecer uma conexão segura do grupo açoriano com esses prováveis ancestrais catalães.

Assim, a posição privilegiada do arquipélago, que durante todo o século XVI serviu de entreposto para as rotas que iam a oriente e a costa de África pelo atlântico, implica uma multiplicação considerável dos grupos que se podem ter fixado nas ilhas. O grupo catalão tem vantagens notáveis neste momento, pois sua grande mobilidade pelo mediterrâneo, e sua destacada frota marinheira sob comando dos reis aragoneses atingia um lastro que pelo menos nos garantiria a hipótese de uma ponte catalã-açoriana. Quanto à variação onomástica, por razões que se poderiam facilmente verificar, não seria incerto pensar numa forma transgressiva do nome, em que o Toste fosse corruptela moderna do catalão Tost.


Mas é claro que uma perspectiva dessas – enquanto restar carente de elementos mais concretos que o simples cálculo migratório de um grupo linhagístico –, não pode receber senão o status de mera provocação à pesquisa.

[*prossegue]


Por Rogerio R. Tostes.

Ruínas da Igreja de Sant Martí de Tost

Ruínas da Igreja de Sant Martí de Tost
Fonte: Página do Grupo da Família Tostes - http://br.groups.yahoo.com/group/familia_tostes/

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